Interculturalidade na Educação em Saúde: Impactos na Formação de Profissionais do Sistema Único de Saúde do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.36557/2009-3578.2026v12n1p75-111Palavras-chave:
Interculturalidade, Ambiente Virtual de Aprendizagem do Sistema Único de Saúde (AVASUS), Saúde Pública, Educação Continuada em SaúdeResumo
A diversidade sociocultural dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro exige a interculturalidade como elemento essencial na formação dos profissionais, promovendo o respeito às culturas, aos conhecimentos e às práticas de atendimento para garantir uma assistência equitativa. Esta pesquisa-ação analisou o impacto da interculturalidade em 16 cursos de Atenção Primária à Saúde no Ambiente Virtual de Aprendizagem do Sistema Único de Saúde (AVASUS), que abordam a diversidade cultural e o atendimento a populações específicas (pessoas vivendo com HIV, pessoas com deficiência, tabagismo e hepatite B). Os resultados mostram que a inclusão da interculturalidade contribui para melhorar as ações de saúde, formar profissionais, reduzir barreiras culturais e estimular a reflexão crítica sobre preconceitos. O conteúdo foi desenvolvido com a participação de especialistas e representantes de comunidades tradicionais, incluindo povos indígenas e quilombolas, garantindo sua legitimidade e representatividade. O impacto da interculturalidade é significativo na melhoria da qualidade do atendimento, na redução das desigualdades e na promoção de um atendimento mais justo, acessível e culturalmente adequado. Assim, o estudo reafirma a importância de incorporar a interculturalidade como princípio fundamental na educação em saúde pública, particularmente em plataformas educacionais digitais abertas, como o AVASUS, destacando seu potencial para promover práticas de atendimento mais inclusivas e socialmente engajadas.
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