CIDADES GENTIS: UM PARADIGMA DE INCLUSÃO, SUSTENTABILIDADE E RESILIÊNCIA
DOI:
https://doi.org/10.36557/2009-3578.2025v11n2p6811-6827Resumo
A crescente complexidade das dinâmicas urbanas contemporâneas exige repensar o modo como as cidades são projetadas, geridas e vividas. Este artigo propõe o conceito de “cidades gentis”, fundamentado na noção de gentileza urbana, como um caminho para promover ambientes urbanos mais inclusivos, sustentáveis e resilientes. A gentileza urbana é compreendida como um conjunto de práticas, políticas e infraestruturas que valorizam o cuidado, a empatia e a cooperação no espaço público. Defende-se que cada empreendimento urbano pode atuar como agente de gentileza, oferecendo contribuições concretas à coletividade — como áreas verdes públicas, espaços de convivência, infraestrutura verde e soluções de drenagem sustentável. A partir de estudos de caso de cidades como Tóquio, Copenhague, Medellín, Curitiba e também de ações específicas na cidade de São Paulo, o artigo demonstra como a incorporação da gentileza nas políticas e nas práticas urbanas pode transformar as relações sociais e a qualidade de vida nos territórios urbanos.
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Copyright (c) 2025 Lúcia Fernanda de Souza Pirró, Marcelo de Andrade Roméro

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